O Ecomuseu
Ribeira de Pena é um concelho de fronteira entre o Minho e Trás-os-Montes, onde se encontram o Alvão, o Barroso e o próspero vale do Tâmega. Fruto desta situação, possui um património rico e peculiar, de contrastes e simbioses que estão na origem de uma identidade muito própria caracterizadora da sua comunidade.
O Ecomuseu de Ribeira de Pena pretende preservar e divulgar o património cultural da comunidade ribeirapenense, assim como promover e dinamizar a ação cultural na sua região de implantação.
segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016
Fim-de-semana Gastronómico - Horário dos museus
Nos próximos dias 4, 5 e 6 de Março realiza-se em Ribeira de Pena mais uma edição do Fim-de-semana Gastronómico dos Milhos. Os núcleos do Ecomuseu de Ribeira de Pena estarão abertos ao longo dos três dias do evento, abrindo também excecionalmente no domingo.
Assim, além da abertura regular na sexta e no sábado, o Museu da Venda Nova, a Casa de Camilo-Friúme e o Centro de Interpretação-Museu do Linho manterão o mesmo horário de abertura de sábado no próximo domingo, dia 6 de Março.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2016
Museu da Venda Nova acolhe exposição "Memórias da Terra"
A partir do próximo dia 5 de Março de 2016, o Museu da Venda Nova irá acolher a exposição “Memórias da Terra”. Esta exposição tem por base a coleção do Sr. Américo do Enjeitado, artesão de Alvite que deixou um conjunto de miniaturas inspiradas nas tradições e no património da sua terra. Esta exposição é, por isso, uma homenagem ao seu legado que preserva a memória da comunidade local.
O Museu da Venda Nova apresentará ainda uma nova exposição permanente, intitulada “Um Museu, uma Rede, um Roteiro”, exposição que conduz o visitante pelos diferentes espaços de ação do Ecomuseu de Ribeira de Pena, permitindo-lhe conhecer os elementos que constituem a herança cultural da comunidade ribeirapenense através da sua rede de museus.
A inauguração ocorrerá no dia 4 de março, sexta-feira, pelas 18h30.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
Casa de Camilo - Friúme
Camilo Castelo Branco era apenas um jovem adolescente quando casou pela primeira vez, com Joaquina Pereira de França, na Igreja Matriz de Ribeira de Pena, a 18 de Agosto de 1841. Na altura não sabia ainda que a permanência aqui seria tão efémera, abandonando repentinamente a sua jovem esposa e sua primeira filha, Rosa. Não sabia também que viria a ser um dos maiores vultos da Literatura portuguesa, que, passados 190 anos do seu nascimento, motiva ainda reedições da sua obra, estudos, roteiros, eventos e espaços que se dedicam a divulgar o homem e o génio.
A passagem por Ribeira de Pena resumiu-se a cerca de dois anos da sua vida. Mas marcou profundamente a sua personalidade e genialidade, refletindo com frequência nos seus livros os espaços, personagens e histórias que conheceu nesta terra transmontana. Esta riqueza de inspiração está patente na Casa de Camilo-Friúme, a casa onde viveu com sua esposa, Joaquina, hoje uma casa-museu integrante do Ecomuseu de Ribeira de Pena. Aqui é permitido conhecer Camilo, a sua obra e a sua ligação com Ribeira de Pena. Aqui é possível conhecer os aposentos de Camilo e Joaquina, bem como a sua família ribeirapenense. Aqui é possível conhecer os roteiros “Camiliano” e “Maria Moisés” que percorrem os espaços mais emblemáticos ligados ao escritor neste concelho. Da ilha dos amores à Igreja onde casou ou ao espaço onde aprendeu latim com o padre Manuel da Lixa, estes roteiros são o complemento perfeito para a visita à Casa de Camilo-Friúme, sempre acompanhados das palavras do próprio Camilo pela leitura das fichas de visita que o Município disponibiliza gratuitamente.
A Casa de Camilo-Friúme está aberta sete dias por semana e oferece uma excelente oportunidade para o encontro com a natureza e o património com base na melhor herança que nos oferece a Literatura Portuguesa.
sexta-feira, 8 de janeiro de 2016
Festa de São Gonçalo - Alteração de Horário
Informa-se que no próximo domingo, dia 10 de Janeiro de 2016, a Casa de Camilo-Friúme terá uma abertura excecional no âmbito da Festa em honra de São Gonçalo, que se realiza na aldeia de Friúme.
terça-feira, 22 de dezembro de 2015
quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
Centro de Interpretação - Museu do Linho
O concelho de Ribeira de Pena é detentor de uma
herança centenária na qualidade do trabalho artesanal do linho que,
especialmente em Cerva e Limões, adquiriu especial reconhecimento pelo fornecimento das
casas nobres da região. A preservação desta tradição encontra no Centro de
Interpretação – Museu do Linho a valorização que merece, incentivando a sua
continuidade.
Desenvolvido em colaboração com o Grupo de
Tecelagem de Limões, localiza-se no centro histórico daquela aldeia e permite
conhecer a história, a arte, a memória e a tradição associadas a esta
actividade, dignificando a grandeza e o reconhecimento que continua a merecer.
Visitar o Museu do Linho em Limões é, hoje, uma
experiência que alia a tradição à modernidade, o objecto ao multimédia, a
museologia ao artesanato, onde o Grupo de Tecelagem de Limões assume papel de
relevo ao preservar a própria tradição na oficina que aí mantém.
Um espaço à sua espera, para sentir e viver.
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
Ecomuseu elabora inventário do património
O Município de Ribeira de Pena, através do Ecomuseu, encontra-se a realizar um levantamento exaustivo do património cultural do concelho. Este levantamento visa completar o conjunto de elementos do património imóvel, arqueológico e arquitetónico, que fazem parte do inventário municipal, mas também as histórias, lendas e memórias que fazem parte do imaginário popular da região. No futuro, este trabalho permitirá renovar a exposição permanente do Museu da Venda Nova, espaço de salvaguarda dos elementos que representam a herança cultural da comunidade ribeirapenense. Assim, a equipa técnica do Ecomuseu encontra-se a percorrer as diversas aldeias e lugares do concelho a identificar os elementos para elaboração do inventário, que ficará depois disponível para consulta online. Pede-se o apoio da população nesta recolha que permitirá preservar e valorizar a memória coletiva que é de todos os ribeirapenenses.
Quem tiver histórias, memórias, documentos ou fotografias que possam enriquecer este espólio pode também partilhar com o Ecomuseu de Ribeira de Pena através dos seus contactos.
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